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Creio quase não crendo, não deixando de crer.

Uma vez ouvi: “Creio quase não crendo más não conseguindo deixar de crer.” Devaneio desde minha juventude a respeito do ser supremo, Deus, a suposta inacessibilidade de tamanha compreensão sempre esteve em meus momentos de “tomé”. Já li Nietzsche para tentar deixar de crer, mas é impossível pra mim.

O que me encanta em não deixar de crer não são os gestos piedosos e nem esteriótipos de espirituais e religiosos, muitos até admiro. O que me encanta são os aromas e degustações paladares e a perfeição do caos do universo inatingível pela nossa mente.

Me encanta o cheiro do café logo às 6:00 da manhã, a expressão de desejo e amor entre indivíduos, um vinho para celebrar as conquistas ou apenas para relaxar em um dia “surtante”, o que me encanta é a capacidade da mente humana em produzir tanta beleza a partir dos cardos e abrolhoos, e me leva a atingir o toque em Deus quando sei, que tudo veio Dele.

Publicado em 30/03/2023Por Admin