Enquanto não entenderem o Evangelho, haverá sempre culpa do passado, culpa do presente e culpa do futuro.
Do passado, responsabilizarão o etéreo por outras vidas, ainda infrutiferamente evoluída ou o efêmero por culpa latente do praticado nesta vida.
Do Presente, é a culpa do acaso, de alguém que anda como centro das próprias razões pelo ceticismo espiritual ou chamando Deus de inalcançável, explicando o caminho do agnosticismo, panteísmo ou deísmo, onde Deus criou e nos abandonou a própria sorte da vida; Do futuro, pela mesquinha moeda de troca, dou hoje, pra receber amanhã, faço hoje pra ter algo em troca de Deus, realizadores de justiça própria, justicialismo e legalismo; ou ainda a frieza do fatalismo, onde homens congelam o coração;
